Travessia do Atlântico

UMA VIAGEM EM ALTO MAR, NUM BARCO SEM CABINE, 30 DIAS NAVEGANDO SEM NENHUMA ILHA NO CAMINHO.COMO? COM A SUA AJUDA. VAMOS?

Sobre a ideia

Para Beto Pandiani, desde 1993 velejar deixou de ser um hobby para se tornar profissão. A partir disso o velejador tem colecionado aventuras incríveis e histórias inesquecíveis, enfrentando marés, tempestades e outras adversidades para chegar ao destino final.

Em 1994 Beto Pandiani organizou sua 1ª expedição, “Entre Trópicos”, que zarpou de Miami para a Ilha Bela em 289 dias no mar. Em 2000- 2001, foi a vez da “Rota Austral”, Partindo do Chile, cruzando o Cabo Horn – ponto alto da expedição – até a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, em um total de 170 dias. A “Travessia do Drake”, em 2003, saiu de Ushuaia e cruzou a passagem entre a América do Sul e a Antártica. Foram 45 dias que deram a Beto Pandiani e Duncan Ross, seu parceiro de viagem, o título de primeiros velejadores a chegarem à Península Antártica em um barco sem cabine.

Em 2004 foi a vez de ir da Flórida à Nova Iorque, na regata Atlantic 1000, a mais longa prova para catamarans do planeta. Resultado: 2º lugar na competição. Já em 2005, na “Rota Boreal”, foram 3 meses velejando de Nova Iorque até Sisimiut, na Groenlândia, enfrentando as terríveis condições climáticas polares. Entre 2007 e 2008, junto com Igor Bely, Beto Pandiani atravessou o Oceano Pacifico, partindo do Chile e chegando à Austrália. Foram 17 mil Km percorridos, muitas semanas sem ver terra e mais um título: o de primeiros velejadores do mundo a cruzar o Pacífico Sul em um barco sem cabine.

Agora, com a sua ajuda, o velejador quer encarar seu novo desafio: mais uma vez na companhia de Igor Bely, atravessar os 7 mil Km que separam a África do Sul do Brasil (Capetown – Santos). Uma rota sem escalas, percorrida em cerca de 30 dias em mar aberto e, claro, em barco aberto também: um novo Catamaran de 8 m, construído em carbono.

Quer participar do projeto e embarcar simbolicamente nessa viagem você também?
Para que a expedição aconteça é necessária a arrecadação de R$ 150.000,00 (150 mil reais), que serão utilizados para cobrir despesas com equipamentos (GPS, telefones via satéllite, dessalinizadores de água, alimentos liofilizados etc.). Essa viagem, assim como as anteriores, vai virar um livro, que será divulgado na mídia e, desde já, abre portas para outras ideias.

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